Cidade educadora, com cidadania cultural

A cultura é direito fundamental para o desenvolvimento humano. Por essa razão, no primeiro mandato de Nabil como vereador, alguns eixos de ação cultural foram priorizados: busca de novos mecanismos de financiamento, apoio à ampliação e recuperação de equipamentos e da estrutura de gestão do município e estímulo aos processos participativos.

Fomentar as diferentes manifestações artísticas é dar voz à diversidade de culturas que convivem na efervescência da cidade. Foi com a participação de grupos juvenis na Comissão de Juventude da Câmara que surgiu o VAI (Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais), o grande destaque da atuação de Nabil no primeiro mandato. O VAI criou um novo modo de financiar a produção cultural e, até 2008, mais de 400 projetos foram desenvolvidos na cidade.  

Conheça as propostas na área da Cultura que Nabil vai levar à Câmara:

» Transversalidade e integração de ações culturais, articulando educação, esporte, meio ambiente, saúde, assistência social e economia solidária na perspectiva da cidade educadora e do fortalecimento dos CEUs (Centros Educacionais Unificados) como espaços culturais.

» Criação, por lei, do Sistema Municipal de Cultura.

» Luta pelo aumento do orçamento da cultura, articulando governos municipal, estadual e federal.

» Pelo Fundo Municipal de Cultura, com mecanismos adequados para o apoio a todas as manifestações artístico-culturais (circo, teatro, teatro de rua, dança, música, culturas populares, hip hop, artes visuais, audiovisual e literatura).

» Revisão e aperfeiçoamento das leis de apoio à atividade cultural, como o VAI (Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais) e o Fomento ao Teatro e à Dança.

» Apoio às artes de rua e ao circo, facilitando o uso e qualificando os espaços públicos, em todas as regiões da cidade, para atividades culturais.

» Suporte à estruturação legal do Centro Cultural da Juventude e à criação de novos centros e programas para fortalecer a ação cultural dos jovens.

» Incentivo à recuperação, estruturação e democratização de equipamentos municipais como Centro Cultural SP, teatros, bibliotecas, Casas de Cultura e outros espaços culturais da cidade, valorizando os corpos estáveis e os funcionários.

» Apoio, inclusive fiscal, aos espaços culturais não estatais cuja atuação seja compatível com os princípios da cidadania cultural, garantindo acesso gratuito a jovens e idosos.

TEXTOS RELACIONADOS

- O cinema e a cidade - texto de Nabil Bonduki publicado na Folha de S.Paulo.